Blog do Mauricio Baccarin

Notícias, Crônicas e Outros

Obrigado! Thank You!

com 2 comentários

bexigaFaz 1 ano e 7 meses que criei este blog.

Com a idéia inicial de colocar em prática a minha futura profissão de jornalista, busquei redigir matérias que transmitissem aos leitores informações interessantes e de qualidade.

Mais tarde, descobri que era possível medir a audiência do blog no WordPress.

Confiram os números registrados até outubro de 2009: nesses 19 meses, houve uma média superior a 260 acessos mensais… foram mais de 5.000 acessos no total. Os picos foram em outubro de 2008 e abril de 2009 (mais de 500 acessos em cada mês) e maio de 2009 (mais de 700 acessos).

Quero aproveitar a oportunidade para agradecer a todos pela confiança e dizer que continuarei sempre buscando postar conteúdos críveis e de interesse público para manter todos muito bem informados.

Obrigado!

Escrito por Maurício Baccarin

8 08UTC Novembro 08UTC 2009 em 3:20 pm

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Pizzaria Brasil

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pizzaDepois de um longo dia de trabalho, sempre que chego em casa nunca há o que comer.

Seguindo a minha rotina, fui a uma pizzaria para desfrutar dessa delícia da cozinha italiana, quase sempre maculada pela CPI, sigla inglesa que quer dizer, “Corrupt Politician is Innocent”, ou, “Político Corrupto é Inocente”.

“Só se for no Brasil!”, gritei.

Todas as mesas ao meu redor me olharam e um garçom português correu assustado em minha direção perguntando: “ó gagio, estás bem?”.

Enquanto me acalmava com um saboroso suco de maracujá, tentando entender como um português conseguiu trabalhar num restaurante italiano no Brasil, coisas da globalização, lembrei do mito de que todas as pessoas são inocentes até que se prove o contrário.

Mas a pizza é a exceção! No Brasil, não se pode provar o contrário! Além de antiético, é um desrespeito a um “acordo de cavalheiros”. Não pode, não pode, não pode ou morre!

Percebi, então, que nesse país tudo acaba em pizza, até mesmo o meu dia de trabalho!

Enquanto a pizza é preparada, a população é temperada com outros dissabores da vida. É como a terapia chinesa: se você está com dor no ombro, martela o dedo e esquece o que havia antes. Talvez seja o excesso de informação da mídia, ou talvez… a falta de memória… do povo… que, talvez… hummm… Esquece!

Engraçado que quando o garçom me serviu, as bordas estavam levemente queimadas. Mas por que a pizza deles não queima? Não queima, não dá sinal de fumaça, não chama a atenção. Simplesmente é retirada do forno, amistosamente dividida entre os correligionários da irmandade política e saboreada na frente de todos. E ninguém vê!

Lembrando o que escreveu Joelmir Beting no texto “O Viajante”, também sendo um pouco deselegante, digo que Lula, que muito viaja (e como viaja!), talvez não tenha tempo para preparar as pizzas, mas com certeza deve arrumar meios de saboreá-las.

Eu, após comer a minha, paguei a conta… um pouco cara, confesso. Mas, infelizmente, esse é o preço que a gente tem que pagar!

Já de saída, o garçom corre novamente em minha direção e me pede propina.

Puxa vida, aí já é demais! “Quer caixa dois também?”

Não pude me conter, e pela segunda vez, gritei no recinto:

“Tinha que ser no Brasil!”

Todas as mesas ao meu redor novamente me olharam e o portuga assustado me explicou: “ó gagio, a propina é pelo serviço”. (Em Portugal, propina quer dizer gorjeta e não suborno).

Após as devidas explicações, timidamente sorri e resolvi pagar a devida propina. Agora sim eu entendia a situação, até porque já fazia parte dela. Ainda envergonhado, me desculpei com todos os presentes e parti dali com meu pedaço da pizza.

Escrito por Maurício Baccarin

17 17UTC Outubro 17UTC 2009 em 4:03 pm

Move on

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And now I’m free
Just the way I wanted it to be
She let me down, I know
But no one is perfect, I’m sure

Lonely in my ship I’ll move on
Where to go no one knows
This is kind of scary sometimes
She’ll be just a glance in my life

This is not her fault, not even mine
We need to go on and we’ll be fine
In the path of our lives it has snowed
Each one of us must follow its own road

I’ll go alone till I meet someone else
Who’s brave and kind like myself
In the moment we have our first kiss
We’ll be sure that life must be a risk

Escrito por Maurício Baccarin

12 12UTC Outubro 12UTC 2009 em 8:50 pm

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Oração de Político

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SENHOR,

fazei de mim o instrumento do golpe na Constituição para garantir mais uma reeleição…

onde houver mutreta… que eu mostre a maleta…

onde houver gorjeta… que seja minha teta…

que eu tenha dor na munheca de tanto encher a cueca…

em cada licitação… que alguém molhe a minha mão…

e que no meu endereço… vença o meu preço…

onde houver crachá… que não falte o jabá…

onde houver ócio…. que eu feche o negócio…

onde houver colarinho branco… que dobre o lucro do banco…

onde houver esquema… cuidado com o telefonema…

Ó Mestre, que eu tenha poder para corromper e ser corrompido…

porque é sonegando que se é promovido e mentindo que se vai subindo…

pois enquanto o povo sofre com imposto e inflação…

o índio passa o facão, o sem terra faz a invasão,

a base aliada entra na negociação e a gente mete a mão…

E que a pizza seja feita pela vossa vontade

enquanto a grana da publicidade

levar o povo a aceitar nossa desonestidade como se fosse genialidade…

AMÉM

Escrito por Maurício Baccarin

24 24UTC Setembro 24UTC 2009 em 8:03 am

Is Morena Baccarin a relative of mine?

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Morena Baccarin
Morena Baccarin

I don’t know why, but lately lots of people have been asking me whether the Italian-Brazilian actress Morena Baccarin is a relative of mine or not. I tried not to write about this topic, but I cannot avoid it any longer.

Well, let me tell you, curious people, about something: Yes, Morena is my cousin. And now, please stop asking! Her father, a Brazilian TV News editor, is my mother’s brother.

And before you ask me if we are in touch or something like that, let me tell you what:  it’s been a long time we don’t meet. Actually, we don’t see each other since the Olympic Games of 1992.

At that time we were just ordinary children playing in the streets of Rancharia. At that last time, I remember we watching a basketball game on TV: Brazil x USA. Who won? Do I need to answer?

Back to our story, nowadays, we are apart but I’m very proud of her and wish her the best.

If you want to know more about Morena Baccarin, here is the address:  http://en.wikipedia.org/wiki/Morena_Baccarin

Escrito por Maurício Baccarin

24 24UTC Agosto 24UTC 2009 em 9:51 pm

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China já pensa no futuro sem estímulos do governo

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O imenso pacote de estímulo adotado pela China vai dar fôlego para o país crescer pelo menos 8% em 2009 e 2010, mas os economistas começam a se perguntar o que vai acontecer depois que a torneira do gasto público e do crédito barato for fechada, no fim do ano que vem.

O grupo dos pessimistas afirma que a China não conseguirá manter o mesmo ritmo de crescimento e terá de se acomodar num patamar mais baixo, de 5% a 7%. “A contração no déficit dos EUA leva necessariamente à contração do crescimento chinês. Isso só não ocorreu em razão do pacote de estímulo, cujo efeito deverá durar por dois anos”, diz o mais célebre representante dos céticos, o economista americano Michael Pettis, professor de finanças da Universidade de Pequim.

Do outro lado estão os que acreditam na manutenção de uma taxa próxima de 8%, desde que os países desenvolvidos tenham uma pequena reação no crescimento. Nesse grupo está a economista-chefe do Banco UBS na China, Wang Tao, para quem a China tem munição para manter o alto crescimento, como a ampla oferta de mão de obra e de capital. Pelo menos nos próximos anos, a expansão não voltará aos níveis de 10% a 13% do período de 2002 a 2008, mas poderá girar em torno de 8%, acredita Wang.

O que diferencia as duas visões é o peso que cada grupo atribui às exportações e à dependência dos EUA. Pettis afirma que o consumidor americano não voltará a demandar produtos da China na mesma proporção verificada nos últimos anos. Com a redução das compras de seu maior cliente, o país asiático teria de se reestruturar e se adaptar a um ritmo de crescimento mais baixo que a média anual de quase 10% das últimas três décadas.

O brasileiro Roberto Dumas Damas, representante do Itaú BBA em Xangai, concorda com Pettis. Segundo ele, o pacote de estímulo do governo chinês está acentuando os desequilíbrios da economia local, com aumento do já enorme peso dos investimentos como motor de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). “No futuro, isso só vai funcionar se os consumidores americanos voltarem a consumir e a se endividar como no passado, o que é improvável. Quem vai usar essa infraestrutura que está sendo construída? Quem vai comprar os produtos que serão fabricados?”, pergunta Dumas.

Mas, para Wang Tao, a queda nas exportações terá um impacto no crescimento menor do que o que geralmente se supõe. A economista ressalta que as vendas externas respondem por 20% do PIB, já que o processamento de bens fabricados em outros países responde por metade das exportações. “A China não depende de capital externo ou de capital relacionado à exportação para crescer. Ela tem poupança doméstica. E a China ainda está em um estágio inicial de desenvolvimento, com um PIB per capita de US$ 3,5 mil”, observa Wang.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Escrito por Maurício Baccarin

23 23UTC Agosto 23UTC 2009 em 10:18 am

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Fora Sarney!

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www.forasarney.com.br

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Escrito por Maurício Baccarin

13 13UTC Agosto 13UTC 2009 em 9:27 am

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A Pedra

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O distraído nela tropeçou…
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Já David matou Golias, e Michelangelo extraiu dela a mais bela escultura…
E, em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe “pedra” no seu caminho que você não possa aproveitar para o seu próprio crescimento.
Cada instante que passa é uma gota de vida que nunca mais torna a cair; aproveite cada gota para evoluir…
Das oportunidades, saiba tirar o melhor proveito, talvez não teremos outra chance.

Escrito por Maurício Baccarin

13 13UTC Agosto 13UTC 2009 em 9:18 am

Publicado em Pessoal

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Informed and Interconnected: A Manifesto for Smarter Cities

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To make our cities and communities smarter, we must become a little smarter ourselves, seeking information and an agenda to forge connections enabling collaboration, according to HBS professor Rosabeth Moss Kanter and IBM’s Stanley S. Litow. Their vision is that someday soon, leaders will combine technological capabilities and social innovation to help produce a smarter world. That world will be seen on the ground in smarter cities composed of smarter communities that support the well-being of all citizens. This paper outlines eight challenges facing cities and the communities they encompass, based on experience in the United States. Kanter and Litow provide examples of practices and programs led by both government and nonprofit organizations, many technology-enabled, that point the way to solutions, and they conclude with a call for leaders to embrace an agenda for change. Key concepts include:

The need for a new approach to U.S. communities is an urgent imperative because of the biggest global economic crisis since the Great Depression.

Significant barriers to solving urban problems include geographic sprawl, residential mobility, the location of jobs, the lack of overarching strategic impact goals, weakened civic leadership, and social isolation.

By examining each barrier in turn (and the ways they reinforce each other), it is possible to see the opportunities for significant transformation if communities could become “smarter,” with technology helping spread information and facilitate interconnections.

by: Rosabeth Moss Kanter and Stanley S. Litow

Escrito por Maurício Baccarin

4 04UTC Agosto 04UTC 2009 em 2:04 pm

Regulamentar o Brasil

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A decisão de desregulamentar a profissão de jornalista maculou a opinião de mais de 70% da população brasileira que sempre foi a de que para se bem utilizar do “quarto poder” é necessário que todo jornalista tenha ética, técnica e estudo.

Segundo o ministro do STF, Gilmar Mendes, jornalistas lidam com palavras e ideias, não arriscando a vida de ninguém e, portanto, a atividade é como a do cozinheiro. Eis que surge a dúvida: “Se os jornalistas não precisam de diploma, por que precisariam os advogados, por exemplo, se estes meramente lidam com palavras e ideias na ciência do “dever ser” e são verdadeiros atores frente ao tribunal do júri?” Afinal, se todo mundo escreve e todo mundo cozinha, todo mundo se defende também!

Aliás, todo mundo faz conta, todo mundo desenha e todo mundo cuida da própria saúde, às vezes tomando remédio… aliás, cá entre nós, indicado por algum farmacêutico, não é mesmo? E não é por isso que devemos nos aliar ao absurdo de desregulamentar a medicina, pelo contrário, tudo deveria ser devidamente regulamentado. Inclusive, até a forma como os ministros do STF são escolhidos deveria ser regulamentada. Afinal, como é possível mensurar o “notável saber jurídico” sem um concurso ou uma prova específica a ser aplicada a uma pessoa que nem bacharel em direito precisa ser?

Só espero poder contribuir com o aperfeiçoamento de nossa sociedade e com a regulamentação da nossa política. Mais do que preocupado com a situação dos jornalistas, minha preocupação é com a credibilidade do que é falado à nossa gente, seja através de cozinheiros, engenheiros ou políticos.

Escrito por Maurício Baccarin

26 26UTC Junho 26UTC 2009 em 4:54 pm

Publicado em Brasil

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