Category Archives: Mundo

Protesters block Dutra Highway

Reporter MAURICIO BACCARIN

Edition FABIO BASSO

Images EMERSON GALATTI and FABIO BASSO

Interviewees FABIOLA CALDERON (TELEMARKETING OPERATOR), SANDRA SOBRINHO (TEACHER), WILSON ALVES (STUDENT) and GERALDO PEREIRA (RETIRED)

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A mais importante eleição dos últimos tempos

Mais do que uma disputa presidencial, a eleição americana de 2012 se apresenta como um jogo de xadrez onde os adversários têm como desafio estabelecer o destino pragmático das ideologias praticadas até o momento, e como fim, alavancar a economia do “país da liberdade” frente ao cenário de crise global e abismo econômico.

O Partido Republicano que já teve como característica o conservadorismo, pratica o Laissez-Faire, símbolo da incontestável liberdade que proporciona ao povo. Liberdade? Entende-se incontestável nos parâmetros do final do século XX, já que o capítulo dos subprime com a desenfreada liberação de crédito demonstrou claramente o perigo do liberalismo, que pode ser melhor definido como uma libertinagem econômica.

E como sempre, a bolha, ou melhor, a bomba estourou na mão da população que, através do governo, teve que arcar, com dinheiro público, os altos custos das especulações geridas por bancos privados. É o velho círculo vicioso: os pobres ajudando os ricos a não prejudicá-los ainda mais.

Definitivamente caminhamos para a queda do poder estatal.

O desafio do republicano, Mitt Romney, é a manutenção dessa liberdade econômica equiparada à geração de emprego e renda… um contra-senso, talvez.

Por outro lado, vemos em Obama a solidificação, ainda que lenta, da base econômica através da fixação de impostos proporcionais aos rendimentos de cada um, ou seja, quem é mais rico, paga mais imposto. Parece óbvio do ponto de vista proporcional, mas a questão torna-se complexa se verificadas as garantias individuais e o princípio da igualdade, expressa na famosa frase: “todos são iguais perante a lei”.

Com a “queda” do princípio da igualdade (óbvio dentro do sistema capitalista), ou melhor dizendo, com a explicitação dessa utopia capitalista-igualitária, vê-se cerceada, pelo menos em parte, o princípio da liberdade, a base do “sonho americano”. Isso porque quem ganha mais, é taxado mais. E quem é taxado mais, rende menos e desacelera (ainda mais) a economia.

É como se o próprio presidente americano falasse ao seu povo: “Não somos tão livres assim”.

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The most important election of recent times

More than a presidential race, the American election of 2012 presents itself as a chess game where the opponents are challenged to establish the pragmatic fate of the ideologies practiced so far, aiming to boost the economy of the “country of freedom” against the scenario of global crisis and economic abyss.

The Republican Party, which has already had conservatism as its main feature, practices Laissez-Faire, symbol of the undeniable freedom provided to the people. Freedom? Let’s understand “undeniable” in the parameters of late twentieth century, since the sub prime chapter and the unbridled release of credit has clearly demonstrated the danger of liberalism, which can be better defined as an economic libertinism.

And as usual, the bubble, or rather, the bomb exploded in the hands of people who, through the government, had to cope with the high cost of speculations which were run by private banks, by using public money. It’s the old vicious circle: the poor helping the rich not to jeopardize them even more.

We’re definitely moving towards the fall of state power.

The challenge to the Republican candidate, Mitt Romney, is the maintenance of economic freedom and the generation of employment and income… nonsense, perhaps.

On the other hand, Obama represents the solidification of the economic base by setting taxes proportional to the income of each, that is, he who is richer, pays more taxes. It seems obvious from the standpoint of proportion, but the issue becomes complex if verified individual guarantees and the principle of equality, as expressed in the famous phrase: “all are equal before the law.”

With the “fall” of the principle of equality (obviously inside the capitalist system), or rather, with the exposure of the egalitarian-capitalist utopia, it is curtailed, at least in part, the principle of freedom which is the foundation of the “American Dream”. This is because those earning more are taxed more, and those who are taxed more, yield less and slow the economy down.

It’s as if the American president himself spoke to his people: “We are not that free.”

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Entrevista de Darcus Howe na BBC News

A âncora da BBC passou vergonha ao tentar criminalizar o movimento dos jovens na Inglaterra ao entrevistar o escritor militante dos direitos civis Darcus Howe.
A BBC pediu desculpas a Howe pelo tratamento da âncora.

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China já pensa no futuro sem estímulos do governo

O imenso pacote de estímulo adotado pela China vai dar fôlego para o país crescer pelo menos 8% em 2009 e 2010, mas os economistas começam a se perguntar o que vai acontecer depois que a torneira do gasto público e do crédito barato for fechada, no fim do ano que vem.

O grupo dos pessimistas afirma que a China não conseguirá manter o mesmo ritmo de crescimento e terá de se acomodar num patamar mais baixo, de 5% a 7%. “A contração no déficit dos EUA leva necessariamente à contração do crescimento chinês. Isso só não ocorreu em razão do pacote de estímulo, cujo efeito deverá durar por dois anos”, diz o mais célebre representante dos céticos, o economista americano Michael Pettis, professor de finanças da Universidade de Pequim.

Do outro lado estão os que acreditam na manutenção de uma taxa próxima de 8%, desde que os países desenvolvidos tenham uma pequena reação no crescimento. Nesse grupo está a economista-chefe do Banco UBS na China, Wang Tao, para quem a China tem munição para manter o alto crescimento, como a ampla oferta de mão de obra e de capital. Pelo menos nos próximos anos, a expansão não voltará aos níveis de 10% a 13% do período de 2002 a 2008, mas poderá girar em torno de 8%, acredita Wang.

O que diferencia as duas visões é o peso que cada grupo atribui às exportações e à dependência dos EUA. Pettis afirma que o consumidor americano não voltará a demandar produtos da China na mesma proporção verificada nos últimos anos. Com a redução das compras de seu maior cliente, o país asiático teria de se reestruturar e se adaptar a um ritmo de crescimento mais baixo que a média anual de quase 10% das últimas três décadas.

O brasileiro Roberto Dumas Damas, representante do Itaú BBA em Xangai, concorda com Pettis. Segundo ele, o pacote de estímulo do governo chinês está acentuando os desequilíbrios da economia local, com aumento do já enorme peso dos investimentos como motor de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). “No futuro, isso só vai funcionar se os consumidores americanos voltarem a consumir e a se endividar como no passado, o que é improvável. Quem vai usar essa infraestrutura que está sendo construída? Quem vai comprar os produtos que serão fabricados?”, pergunta Dumas.

Mas, para Wang Tao, a queda nas exportações terá um impacto no crescimento menor do que o que geralmente se supõe. A economista ressalta que as vendas externas respondem por 20% do PIB, já que o processamento de bens fabricados em outros países responde por metade das exportações. “A China não depende de capital externo ou de capital relacionado à exportação para crescer. Ela tem poupança doméstica. E a China ainda está em um estágio inicial de desenvolvimento, com um PIB per capita de US$ 3,5 mil”, observa Wang.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Informed and Interconnected: A Manifesto for Smarter Cities

To make our cities and communities smarter, we must become a little smarter ourselves, seeking information and an agenda to forge connections enabling collaboration, according to HBS professor Rosabeth Moss Kanter and IBM’s Stanley S. Litow. Their vision is that someday soon, leaders will combine technological capabilities and social innovation to help produce a smarter world. That world will be seen on the ground in smarter cities composed of smarter communities that support the well-being of all citizens. This paper outlines eight challenges facing cities and the communities they encompass, based on experience in the United States. Kanter and Litow provide examples of practices and programs led by both government and nonprofit organizations, many technology-enabled, that point the way to solutions, and they conclude with a call for leaders to embrace an agenda for change. Key concepts include:

The need for a new approach to U.S. communities is an urgent imperative because of the biggest global economic crisis since the Great Depression.

Significant barriers to solving urban problems include geographic sprawl, residential mobility, the location of jobs, the lack of overarching strategic impact goals, weakened civic leadership, and social isolation.

By examining each barrier in turn (and the ways they reinforce each other), it is possible to see the opportunities for significant transformation if communities could become “smarter,” with technology helping spread information and facilitate interconnections.

by: Rosabeth Moss Kanter and Stanley S. Litow

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Enquete sobre o homem processado por não engravidar a mulher do vizinho

Demetrius Soupolos e sua mulher, Traute, queriam ter uma criança, mas descobriram que Soupolos não podia ter filhos.  Por isso, resolveram contratar Maus, o vizinho, por 2 mil euros (cerca de R$ 6 mil) na esperança de que o homem casado e com dois filhos pudesse engravidar Traute.

Passados seis meses, com uma média de tentativas de três vezes por semana, Traute não engravidou. Soupolos insistiu para que Maus passasse por exames médicos. E qual não foi a surpresa de todos quando saiu o resultado dos testes: o vizinho também era estéril. Por isso, a mulher de Maus foi obrigada a admitir que as duas crianças não eram dele.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro

Agora, refletindo sobre essa belíssima história pergunto a você, caro leitor, qual seria a pior situação? Vamos às alternativas?

1. Ir à justiça cobrar um cara que pegou sua mulher por seis meses. (3 vezes por semana)

2. Contratar um cara para pegar sua mulher por seis meses.

3. Não conseguir cumprir com o seu trabalho, que foi exigido em contrato (verbal, talvez) e recebendo adiantado.

4. Descobrir que você é estéril enquanto tenta engravidar a mulher do vizinho, e ainda, recebendo pra isso.

5. Descobrir que os dois filhos que você tem não são seus. (Tá Maus, heim!)

6. “Cornear” o vizinho e descobrir que já foi corno, no mínimo duas vezes.

7. Admitir que “corneou” o marido depois que este “trabalhou” com a vizinha por seis meses e não finalizou o serviço.

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