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Esperança através da Arte

Balé formado por crianças que moravam no Pinheirinho

Balé formado por crianças que moravam no Pinheirinho

A bailarina Kryscilan Baccarin foi destaque da imprensa do Vale do Paraíba nos últimos dias, devido ao trabalho voluntário que realiza com um grupo de meninas, ex-moradoras do Pinheirinho, em São José dos Campos.

O jornal “O Vale” inicia a matéria dizendo que “a esperança voltou a brilhar para um grupo de meninas”. Diz ainda que “graças a uma atitude voluntária, elas se apresentam dentro da programação do 23º Festidança”. Para mais detalhes desta matéria, clique aqui e confira o site do jornal.

A afiliada da Rede Globo na região, a TV Vanguarda, através da reportagem de Karen Schmidt, reforçou que o trabalho de dança-terapia que a bailarina desenvolve, visa “devolver a auto-estima às meninas”. No final da reportagem, o jornalista Carlos Abranches parabeniza o grupo pela vitória. Assista ao vídeo clicando aqui.

Na segunda quinzena de junho de 2012, o grupo é novamente convidado pela TV Vanguarda para uma nova matéria. Dessa vez, a emoção toma conta de uma das dançarinas no programa Vanguarda Mix. Assista aqui.

Kryscilan Baccarin, 31, é bailarina profissional há 10 anos. Iniciou a carreira artística dançando sapateado aos 8 anos de idade. Ela é neta de Alcides Baccarin e sobrinha do ator, diretor de teatro e teatrólogo brasileiro, Amir Haddad. Haddad, inclusive, fundou em 1980 o grupo “Tá na Rua”, que desenvolve uma pesquisa de linguagem própria para apresentações nas ruas cariocas.

A bailarina é prima da atriz Morena Baccarin, que ficou conhecida pelo papel de Inara Serra na série de televisão Firefly e no papel de Anna na série V – Visitors (V – Visitantes, no SBT). É sobrinha dos jornalistas Fernando Baccarin, Rede Record; Jorge Baccarin, Rádio Manchete; Guilherme Haddad, Grupo Talk Radio; e do locutor e radialista Tony Lima.

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Enfim, jornalistas! – Parabéns, focas!

A minha história com a comunicação e com o jornalismo começou há tempos.

Turma de JornalismoA lembrança mais remota que tenho é a de 1986, quando tinha 7 anos. Consigo me ver sentado no chão do quarto na hora do almoço. Tinha preciosos 15 minutos para noticiar e anunciar as músicas que minha irmã iria colocar na vitrola (estéreo, diga-se de passagem). Enquanto as canções tocavam, eu e a Kryscilan conversávamos nos “bastidores” para não errar e nem perder o “pique” do programa. Nessa época meu pai e meu tio trabalhavam na Rádio Metropolitana… talvez a inspiração tenha vindo daí.

Em 1990, aos 11 anos, no Colégio Instituto São José, resolvi escrever um livro e mostrei o “draft” à professora de português. A mestra certificou-se de ler e corrigir alguns pontos, mas o que valeu mesmo foi o incentivo.

Como gostava e lia muitas histórias em quadrinhos, naquele mesmo ano, resolvi produzir meus próprios gibis (apesar de não ser bom desenhista, rs). Os gibis envolviam parentes e amigos que se tornavam super-heróis em histórias pra lá de criativas. Se não me falha a memória, esse período foi até 1993. Nesse mesmo ano, apresentamos um trabalho no formato de telejornal, na sala de aula, que nos rendeu um 10 com louvor e aplausos dos colegas de classe.

No ano seguinte, no colégio Olavo Bilac, um aluno do 2º ano chamado Thompson e eu fundamos o jornal do colégio. Lembro que perdia várias aulas pesquisando na biblioteca e escrevendo matérias para o periódico. A melhor reportagem que fiz foi sobre a história da escola, com diversas pesquisas e entrevistas (nem mesmo os diretores sabiam dos fatos ao certo). Bom, era eu “escrevendo” a história (que ficou muito boa por sinal) mas, como tudo tem seu preço, fiquei de recuperação devido às ausências nas aulas, mas não cheguei a ser reprovado… ufa!

Convencido pelos meus pais, em 1997 entrei para a faculdade de direito. Na época, não sabia o que fazer (como não???) e minha mãe dizia que era o direito que dava dinheiro. Naquele ano gravei um vídeo, uma reportagem em inglês sobre São José dos Campos, e enviei a fita de 8 mm para a família que havia me hospedado nos EUA entre 1995 e 1996 no programa de intercâmbio. No ano seguinte, entrei para a Rádio Resgate, onde fiquei por um ano como locutor (voluntário) e, no final de 1998, decidi que queria o jornalismo. Meus pais, novamente, me convenceram a terminar a faculdade de direito e depois fazer outra.

Acontece que eu me formei, entrei numa multinacional para trabalhar com projetos que envolviam cálculos estatísticos, casei, tive filho, e assim fui, cada vez mais, me distanciando da comunicação e do jornalismo.

Felizmente a vida, que é uma caixinha de surpresas (rsrs), decidiu tomar outro rumo. No trabalho fui transferido para o departamento de comunicação e comecei a produzir jornais, revistas, anúncios nos quadros e no sistema de som. Finalmente voltara à comunicação! O casamento não durou muito, e a partir daí decidi voltar para a faculdade e, finalmente, realizar o sonho de efetivar o meu dom, o meu propósito: ser jornalista.

Em 2008 iniciou-se um novo ciclo na minha vida que se encerrou em 2011, com estágios em TVs como Cidade, TV Univap e TV Câmara Jacareí. Cursos de produção e locução para Telejornalismo com o Mestre Celso Cardoso, da TV Gazeta. Inúmeros amigos e companheiros de trabalho.

Antes de ontem foi a minha colação de grau. Meus mestres, sábios mestres, disseram que aquele era o começo de uma nova jornada, e realmente creio nisso.

Ontem fui parabenizado no Facebook com as palavras: “Parabéns, focas!”

Não sei ao certo o “sentido” das entrelinhas dessa frase. Se quiseram me chamar de aprendiz, parabéns, acertaram. Na verdade, confesso que sou e sempre serei um Eterno Aprendiz.’.

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Semana Jurídica da Univap

Segue a reportagem que fiz para o Univap Notícias em agosto de 2011.

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Meninas conhecem o Teatro de um jeito diferente: dançando

Adolescentes da Fundhas irão conhecer o Teatro Municipal e apresentar uma coreografia sobre as belezas do Nordeste na 22ª edição do Festidança

Ter um dia de estrela: Apresentar-se para uma plateia com quinhentas pessoas e ainda conhecer o teatro, a coxia e os camarins – um sonho que parecia distante para muitas meninas de São José dos Campos e que se tornará realidade para dezesseis adolescentes da Unidade Petrobras da Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza) neste sábado, 18 de junho, às 19h, no Teatro Municipal de São José dos Campos.

As alunas da Fundação que terão a oportunidade de se apresentar na 22ª edição do Festidança com a coreografia de dança popular “Dia de Festa”, fazem parte do Grupo de Dança Fundhas Petrobras que há 5 meses vem treinando sobre a supervisão da professora de dança e coreógrafa profissional da Unidade Kryscilan Baccarin, 30, que admite a ansiedade dela própria e das garotas pela apresentação. “As meninas estão empolgadíssimas para o dia da apresentação, ou melhor, estamos! Elas nunca tiveram a oportunidade de estar em um teatro e menos ainda de dançar em um, por isso tamanha a ansiedade e preocupação delas em fazer tudo bem feito”, diz.

Baccarin conta que a canção que vai embalar a apresentação do Grupo foi escolhida no fim do ano passado com a exposição dos trabalhos realizados na Unidade. “No ano passado trabalhamos com os alunos as riquezas do Nordeste e nesse contexto eles gravaram a adaptação de Roque Santeiro, e a música que vamos dançar é tema da novela”, afirma.
As adolescentes que dançarão ao som de “Isso aqui tá bom demais” de Dominguinhos, têm entre 12 e 13 anos e irão animar o público com um espetáculo baseado na dança de fitas, típica no Nordeste.

O Grupo de Dança Fundhas Petrobras foi uma das duzentas e oitenta e oito equipes pré-selecionadas para participar do Festidança 2011, que teve setecentas e noventa e nove inscrições vindas de sete estados brasileiros.

Sobre o Festidança
É um dos maiores festivais de dança do País. O evento promove apresentações concorrentes e convidadas nas modalidades Ballet Clássico de Repertório, Ballet Clássico de Criação, Dança Contemporânea, Jazz, Dança de Rua, Dança de Salão, Sapateado, Danças Folclóricas e Étnicas e Estilo Livre, além de palestras, debates e a Mostra Nacional de Dança.

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