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Programação da TV Câmara já chega a 9 horas por dia

O jornalista Maurício Baccarin apresenta o noticioso

O jornalista Maurício Baccarin apresenta o noticioso

Fonte:  Imprensa Jacareí

O telejornal da TV Câmara Jacareí – ‘Notícias de Jacareí’ – passou por reformulações em seu conteúdo, formato e visual. Desde o dia 06 de maio, o jornal está com novo cenário, mais amplo e adequado à transmissão “widescreen”, e consolidou dois quadros fixos em suas edições.

Além do “Giro de Notícias”, em que diariamente são divulgadas as atividades parlamentares, o telejornal agora possui os quadros: “Esporte NJ” e “Agenda Cultural”. O Esporte NJ vai ao ar todas as segundas-feiras com os resultados e resumos esportivos da semana e a Agenda Cultural apresenta os eventos culturais de Jacareí todas as sextas-feiras.

O ‘Notícias de Jacareí’ é transmitido de segunda à sexta, às 13h, com reprise às 15h, 17h, 20h e 22h.

Contraplano – A TV Câmara Jacareí, canal digital 61.4 UHF, 27 da Net, estreou em março o programa ‘Contraplano’. O espaço é dedicado à exibição de documentários, curtas e longas metragens, clipes e produtos audiovisuais produzidos na região.

Para assistir os programas basta sintonizar o canal 61.4 UHF digital, na TV aberta, ou o canal 27 da NET. A programação também pode ser acompanhada ao vivo pelo site http://www.camarajacarei.sp.gov.br.

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Qual a sua ideologia política?

A Revista Veja, com a ajuda do sociólogo Alberto Almeida, preparou um teste chamado “Politicômetro” que pode auxiliar na análise da sua ideologia política.

Nesse teste é possível verificar a sua posição no quadrante esquerda-direita e liberal-antiliberal. Faça o teste agora mesmo clicando aqui e nos conte se você foi surpreendido com o resultado.

Segundo os jornalistas Gabriel Castro e Laryssa Borges, treze políticos foram convidados a responder as questões do “Politicômetro” e alguns obtiveram resultados curiosos.

O senador Valdir Raupp, presidente do PMDB, foi marcado como liberal de centro-direita no exame. E não gostou: “Eu queria ter ficado mais para a esquerda”, disse. O peemedebista pediu para refazer a avaliação, orientado por um assessor. Dessa vez, saiu-se como centro-esquerdista e ficou satisfeito.

Preocupado com o resultado do próprio teste, outro parlamentar pediu sigilo para fazer uma proposta: só aceitou participar da avaliação sob a condição de que, se fosse taxado como de direita, o resultado não seria publicado. No fim das contas, não precisava temer. Ele é dos centro-esquerdistas.

Há, também, incongruências que mostram a falta de identidade ideológica que atinge as legendas. O deputado Sílvio Costa (PTB-PE), um dos protagonistas da CPI do Cachoeira, embora pertença ao Partido Trabalhista Brasileiro, tem ideias surpreendentes: é a favor, por exemplo, de que benefícios como o 13º salário e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) sejam retirados da lei e negociados caso a caso. Ele acredita também que deve haver cobrança de mensalidades em universidades públicas. Apesar disso, não se vê como um liberal de direita. “Defendo o estado mínimo, mas sou de centro-esquerda”, diz.

Outro caso curioso é o do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foi marcado como um representante da esquerda antiliberal. O deputado é a favor, por exemplo, da aplicação de métodos violentos na tentativa de obter confissões de criminosos. Economicamente, entretanto, está mais perto do PT do que do DEM. “Acho mesmo que o estado tem que gerir a economia”, explica. “Mas costumo me identificar como conservador”.

Para o cientista político David Fleischer, a frouxidão ideológica dos partidos subsiste, em parte, porque o eleitor também não demonstra interesse pela macropolítica. “Alguns partidos políticos tenuamente tentam se filiar a uma ideologia, mas com tantas legendas, essas ideologias não ficam muito evidentes”, diz. “Para a maioria, estar em um partido ou outro não tem a ver com ideologia. E o eleitor também não liga muito para isso na hora do voto”.

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Campanha “Caboclo Brasil no BBB”

Meu amigo e colega de trabalho, Víctor Henrique Martin, nasceu com o dom de atuar!

Por isso, apreciem esse vídeo onde, em poucas palavras, ele demonstra parte do seu talento e nos ajude na campanha “Queremos o Caboclo Brasil no BBB 13”

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Voto Consciente!

As eleições municipais deste ano serão no dia 7 de outubro, podendo haver segundo turno no dia 28 em algumas cidades do país.

É importante que você, eleitor, conheça bem os candidatos e escolha o melhor prefeito e vereador para o seu município. Vote de forma consciente e garanta um futuro melhor para as próximas gerações. Para isso, confira algumas dicas importantes:

  • Ficha Limpa

É uma lei de iniciativa popular que torna mais rigorosa a candidatura de políticos condenados pela justiça. Por isso, acompanhe os noticiários para saber se o seu candidato está envolvido em esquemas de corrupção. No site http://divulgacand2012.tse.jus.br, por exemplo, é possível ver os candidatos destas eleições e verificar se a candidatura deles foi deferida ou não.

  • Não se iluda

Não é porque o candidato tem um nome engraçado, se veste legal ou é bonitinho que você deve votar nele. Veja o que ele fez – ou se propõe a fazer – pelo povo.

  • Assista aos debates

Esta é a chance de você avaliar o candidato. É uma entrevista de emprego na qual você é o patrão. Ouça as propostas e perceba se elas têm fundamento.

  • Avalie as propostas

Diferencie propostas e promessas. As propostas têm objetivo e se aplicam a uma área específica. ‘Buscar uma sociedade mais justa’ ou ‘acabar com a miséria’ são promessas vagas e subjetivas.

  • Pesquisas

Não se iluda pelas pesquisas e não vote no candidato que a ‘maioria quer’. Não abra mão de seu candidato por causa das pesquisas.

  • Pós-eleição

Não ‘abandone’ o seu candidato depois das eleições. Procure saber o que ele está fazendo e se está cumprindo o que foi proposto.

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O #VejaComMEDO

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Liberdade de Imprensa e Poder Judiciário

Débora Santos do G1

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, defendeu a liberdade de atuação da imprensa no Brasil nesta sexta-feira (28) e falou sobre o papel da imprensa de aproximar a sociedade do Judiciário. Para ele, é importante que jornalistas e juízes aprendam juntos e tenham um relacionamento “respeitoso”.

“O Judiciário talvez seja o menos conhecido dos três poderes. [O juiz] tem que aprender que jornalista não é inimigo. Nós tínhamos muito medo da imprensa e mantínhamos uma distância que considerávamos saudável. Essa cultura vem mudando vigorosamente. Os juízes hoje estão entendendo melhor o papel da imprensa”, disse o presidente do STF.

Peluso e outros ministros do STF participaram da abertura do fórum “Liberdade de Imprensa e Poder Judiciário”, promovido pelo STF e pela Associação Nacional de Jornais (ANJ).

O evento reuniu juristas, parlamentares e organizações sociais da América Latina e comunicadores e a diretoria da ANJ, entre eles o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho.

“Precisamos ser mais comunicativos e talvez imprensa possa ser um pouco mais indagativa na compreensão das coisas do Judiciário”, concluiu o presidente do STF.

O diretor da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, sigla em espanhol), Julio Muñoz, fez críticas à relação entre imprensa e o Judiciário brasileiro. Segundo ele, lei e norma que garantem a liberdade de atuação da mídia têm evoluído nas Américas, mas no Brasil, afirmou Muñoz, a Justiça ainda impõe alguma censura.

Ele citou o caso do jornal “O Estado de S.Paulo”, proibido pela Justiça, há dois anos, de ter acesso a documentos de investigação sobre o empresário Fernando Sarney.

“Existe a censura prévia imposta por algumas autoridades da Justiça. [O caso de] ‘O Estado de S. Paulo’ representa, sem dúvida, uma mancha negra na imprensa da democracia”, afirmou o diretor da entidade.

Prêmio
No evento, a ANJ entregou o prêmio Liberdade de Imprensa ao jornal argentino “Clarín”, pelo esforço em busca de um “jornalismo independente”.

Para a presidente da ANJ, Judith Brito, a Argentina está passando por um processo “preocupante” de reversão da tradição democrática.

“Nossa premiação ao ‘Clarín’ simboliza essa nossa preocupação e essa nossa solidariedade à imprensa argentina, que vem sofrendo essa pressão”, afirmou a presidente da entidade.

A premiação foi criada com o objetivo de homenagear pessoas, jornais ou instituições que tenham se destacado na promoção ou defesa da liberdade de imprensa.

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Deputado abre mão de verbas parlamentares: “Era excessivo”

Marcela Rocha

Chamado de “demagogo” por alguns colegas, o deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF) resolveu abrir mão dos benefícios e ajudas de custo parlamentar que, para ele, “são desperdício de dinheiro público”. Ainda no começo de fevereiro, ele encaminhou seis ofícios para a Diretoria da Câmara pedindo – em caráter irrevogável – os seguintes itens:

– suspensão do 14º e 15º salários que teria direito a receber;

– redução da verba de gabinete em 20% – passando de R$ 60 mil para R$ 48 mil;

– redução – de 25 para nove – do número de assessores a que teria direito;

– diminuir em mais de 80% a cota interna do gabinete. Dos R$ 23.030 a que teria direito por mês, reduziu para apenas R$ 4.600;

– acabar com o seu auxílio moradia, por, segundo descrito no ofício, entender que deputados eleitos pelo Distrito Federal não necessitem do benefício;

– acabar com a cota de passagens, também por ter sido eleito pelo DF.

A assessoria do parlamentar calculou que ele vai economizar aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões nos quatro anos de mandato. “Defendo a tese de que um mandato pode ser de qualidade, custando bem menos para o contribuinte do que custa hoje. É o que pratiquei enquanto deputado distrital e agora enquanto federal”, afirmou Reguffe a Terra Magazine.

Se os outros 512 deputados fizessem o mesmo, a economia aos cofres públicos seria superior a R$ 1,2 bilhão, ainda segundo cálculos feitos pela equipe do parlamentar. “Consigo fazer todo o meu trabalho e cumprir a minha obrigação para com a sociedade”, afirmou, para depois destacar que com o que recebe consegue manter “assessores de qualidade” em seu gabinete.

– Eu consigo trabalhar bem com essa equipe, consigo ter um mandato bom, que me dê um suporte técnico. No meu gabinete tenho um assessor jurídico, legislativo, de imprensa, chefe de gabinete… – relata.

Para Reguffe, “o montante era excessivo, porque um deputado precisa ter assessores, mas não 25, que acaba parecendo uma estatização de cabos eleitorais”. Questionado se seus colegas de partido pretendiam seguir o mesmo caminho, o parlamentar preferiu não entrar nessa polêmica e se limitou a falar de suas iniciativas.

Apresentados os seis ofícios, alterando o orçamento de seu próprio gabinete, o deputado encaminhou à Mesa Diretora dois projetos que acabariam com o 14º e 15º salários, reduziria a verba de gabinete e o número de assessores de 25 para nove.

“Tudo o que eu proponho tenho que fazer antes no meu gabinete”, diz Reguffe, que rejeita a acusação de demagogia: “Alguns colegas acham que isso é demagogia. Seria demagogia se eu pregasse isso e não fizesse dentro do meu próprio gabinete”. E, irônico, completa: “Bom seria se fossem todos ‘demagogos'”.

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