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Programação da TV Câmara já chega a 9 horas por dia

O jornalista Maurício Baccarin apresenta o noticioso

O jornalista Maurício Baccarin apresenta o noticioso

Fonte:  Imprensa Jacareí

O telejornal da TV Câmara Jacareí – ‘Notícias de Jacareí’ – passou por reformulações em seu conteúdo, formato e visual. Desde o dia 06 de maio, o jornal está com novo cenário, mais amplo e adequado à transmissão “widescreen”, e consolidou dois quadros fixos em suas edições.

Além do “Giro de Notícias”, em que diariamente são divulgadas as atividades parlamentares, o telejornal agora possui os quadros: “Esporte NJ” e “Agenda Cultural”. O Esporte NJ vai ao ar todas as segundas-feiras com os resultados e resumos esportivos da semana e a Agenda Cultural apresenta os eventos culturais de Jacareí todas as sextas-feiras.

O ‘Notícias de Jacareí’ é transmitido de segunda à sexta, às 13h, com reprise às 15h, 17h, 20h e 22h.

Contraplano – A TV Câmara Jacareí, canal digital 61.4 UHF, 27 da Net, estreou em março o programa ‘Contraplano’. O espaço é dedicado à exibição de documentários, curtas e longas metragens, clipes e produtos audiovisuais produzidos na região.

Para assistir os programas basta sintonizar o canal 61.4 UHF digital, na TV aberta, ou o canal 27 da NET. A programação também pode ser acompanhada ao vivo pelo site http://www.camarajacarei.sp.gov.br.

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Enfim, jornalistas! – Parabéns, focas!

A minha história com a comunicação e com o jornalismo começou há tempos.

Turma de JornalismoA lembrança mais remota que tenho é a de 1986, quando tinha 7 anos. Consigo me ver sentado no chão do quarto na hora do almoço. Tinha preciosos 15 minutos para noticiar e anunciar as músicas que minha irmã iria colocar na vitrola (estéreo, diga-se de passagem). Enquanto as canções tocavam, eu e a Kryscilan conversávamos nos “bastidores” para não errar e nem perder o “pique” do programa. Nessa época meu pai e meu tio trabalhavam na Rádio Metropolitana… talvez a inspiração tenha vindo daí.

Em 1990, aos 11 anos, no Colégio Instituto São José, resolvi escrever um livro e mostrei o “draft” à professora de português. A mestra certificou-se de ler e corrigir alguns pontos, mas o que valeu mesmo foi o incentivo.

Como gostava e lia muitas histórias em quadrinhos, naquele mesmo ano, resolvi produzir meus próprios gibis (apesar de não ser bom desenhista, rs). Os gibis envolviam parentes e amigos que se tornavam super-heróis em histórias pra lá de criativas. Se não me falha a memória, esse período foi até 1993. Nesse mesmo ano, apresentamos um trabalho no formato de telejornal, na sala de aula, que nos rendeu um 10 com louvor e aplausos dos colegas de classe.

No ano seguinte, no colégio Olavo Bilac, um aluno do 2º ano chamado Thompson e eu fundamos o jornal do colégio. Lembro que perdia várias aulas pesquisando na biblioteca e escrevendo matérias para o periódico. A melhor reportagem que fiz foi sobre a história da escola, com diversas pesquisas e entrevistas (nem mesmo os diretores sabiam dos fatos ao certo). Bom, era eu “escrevendo” a história (que ficou muito boa por sinal) mas, como tudo tem seu preço, fiquei de recuperação devido às ausências nas aulas, mas não cheguei a ser reprovado… ufa!

Convencido pelos meus pais, em 1997 entrei para a faculdade de direito. Na época, não sabia o que fazer (como não???) e minha mãe dizia que era o direito que dava dinheiro. Naquele ano gravei um vídeo, uma reportagem em inglês sobre São José dos Campos, e enviei a fita de 8 mm para a família que havia me hospedado nos EUA entre 1995 e 1996 no programa de intercâmbio. No ano seguinte, entrei para a Rádio Resgate, onde fiquei por um ano como locutor (voluntário) e, no final de 1998, decidi que queria o jornalismo. Meus pais, novamente, me convenceram a terminar a faculdade de direito e depois fazer outra.

Acontece que eu me formei, entrei numa multinacional para trabalhar com projetos que envolviam cálculos estatísticos, casei, tive filho, e assim fui, cada vez mais, me distanciando da comunicação e do jornalismo.

Felizmente a vida, que é uma caixinha de surpresas (rsrs), decidiu tomar outro rumo. No trabalho fui transferido para o departamento de comunicação e comecei a produzir jornais, revistas, anúncios nos quadros e no sistema de som. Finalmente voltara à comunicação! O casamento não durou muito, e a partir daí decidi voltar para a faculdade e, finalmente, realizar o sonho de efetivar o meu dom, o meu propósito: ser jornalista.

Em 2008 iniciou-se um novo ciclo na minha vida que se encerrou em 2011, com estágios em TVs como Cidade, TV Univap e TV Câmara Jacareí. Cursos de produção e locução para Telejornalismo com o Mestre Celso Cardoso, da TV Gazeta. Inúmeros amigos e companheiros de trabalho.

Antes de ontem foi a minha colação de grau. Meus mestres, sábios mestres, disseram que aquele era o começo de uma nova jornada, e realmente creio nisso.

Ontem fui parabenizado no Facebook com as palavras: “Parabéns, focas!”

Não sei ao certo o “sentido” das entrelinhas dessa frase. Se quiseram me chamar de aprendiz, parabéns, acertaram. Na verdade, confesso que sou e sempre serei um Eterno Aprendiz.’.

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Sindicato alternativo cria curso de jornalismo para não diplomados atuarem na área

Izabela Vasconcelos (Comunique-se)

O Sindicato Nacional de Jornalistas (Sinaj), que filia comunicadores sem formação específica na área, oferece um curso livre de habilitação em jornalismo para os que ingressarem na entidade. De acordo com o presidente da entidade, Fernando Leão, o curso online tem uma carga de 280 horas.

Sindicato_tabajara

Entidade divulga curso para os que querem ter uma nova profissão

Apesar de o sindicato não ser reconhecido pelo Ministério do Trabalho, o presidente diz que o curso abre a possibilidade para uma nova profissão. “Muitos vão procurar MTB sem saber o que é jornalismo e aqui a gente ensina para os que se filiarem”, explica.

Leão argumenta que não há nada de ilegal na iniciativa. “Não estamos fazendo nada de errado. O Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu isso em 2009”.

A entidade existe há dois anos, desde que o STF extinguiu a obrigatoriedade de diploma para o exercício da profissão. Os filiados pagam uma taxa de sindicalização de R$ 180 pela opção semestral ou R$ 300 de taxa anual.

O site da entidade anuncia que os internautas podem ser jornalista sem muita burocracia ou aprendizado técnico sobre a profissão. “Não perca esta oportunidade. Tenha uma nova profissão”, informa.

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União das mídias chega ao Congresso; Câmara integra TV, rádio e agência

Radação do Comunique-se

A Secretaria de Comunicação (Secom) da Câmara dos Deputados está integrando a sua estrutura de televisão, rádio, jornal, agência de notícias, divulgação institucional e relações públicas. A informação foi divulgada à imprensa na tarde desta terça-feira (22). A mudança, de acordo com a instituição, busca acompanhar crescente tendência mundial no setor de mídia informativa.

Em palestra na última sexta-feira (18), na primeira de duas conferências sobre o tema em Brasília, a diretora da Secom da Câmara, Sueli Navarro, destacou alguns resultados de pesquisa realizada pelo Newsroom Barometer com mais de 700 editores de jornais em 120 países que trazem o surgimento de uma nova realidade nas redações do mundo todo.

De acordo com o levantamento, 44% dos editores entrevistados informaram, no ano passado, possuir redação multimídia integrada. Em 2008, 83% avaliaram que, no máximo em cinco anos, os jornalistas deverão ser capazes de produzir conteúdos para todas as mídias; e, na pesquisa realizada no mesmo ano, 86% acreditavam que as redações integradas serão a norma do mercado de comunicação jornalística.

Sueli ressaltou alguns pontos, como alinhar orientações sobre coberturas, conteúdos e política de comunicação, evitar duplicidade de processos, racionalizar mão de obra, identificar novos talentos, permitir maior especialização, entre outros.

Também na primeira “Conferência de Integração Secom”, o editor-chefe do diário argentino Clarín, Dario Datri, e o chefe de Jornalismo da BandNews FM, Rodrigo Orengo, trocaram experiências com os jornalistas e outros profissionais de comunicação da Câmara.

Na próxima sexta (25), a segunda conferência será aberta pelo diretor do Innovation International Media Consulting Group, Eduardo Tessler, que fará palestra sobre “O Fascínio do Jornalismo Digital”. E também terá a presença do diretor de Redação de O Globo, AscânioSeleme, e dois profissionais do Grupo RBS, Klécio Santos, editor executivo da sucursal em Brasília, e Cyro Martins, da Rádio Gaúcha.

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Liberdade de Imprensa e Poder Judiciário

Débora Santos do G1

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, defendeu a liberdade de atuação da imprensa no Brasil nesta sexta-feira (28) e falou sobre o papel da imprensa de aproximar a sociedade do Judiciário. Para ele, é importante que jornalistas e juízes aprendam juntos e tenham um relacionamento “respeitoso”.

“O Judiciário talvez seja o menos conhecido dos três poderes. [O juiz] tem que aprender que jornalista não é inimigo. Nós tínhamos muito medo da imprensa e mantínhamos uma distância que considerávamos saudável. Essa cultura vem mudando vigorosamente. Os juízes hoje estão entendendo melhor o papel da imprensa”, disse o presidente do STF.

Peluso e outros ministros do STF participaram da abertura do fórum “Liberdade de Imprensa e Poder Judiciário”, promovido pelo STF e pela Associação Nacional de Jornais (ANJ).

O evento reuniu juristas, parlamentares e organizações sociais da América Latina e comunicadores e a diretoria da ANJ, entre eles o vice-presidente das Organizações Globo, João Roberto Marinho.

“Precisamos ser mais comunicativos e talvez imprensa possa ser um pouco mais indagativa na compreensão das coisas do Judiciário”, concluiu o presidente do STF.

O diretor da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP, sigla em espanhol), Julio Muñoz, fez críticas à relação entre imprensa e o Judiciário brasileiro. Segundo ele, lei e norma que garantem a liberdade de atuação da mídia têm evoluído nas Américas, mas no Brasil, afirmou Muñoz, a Justiça ainda impõe alguma censura.

Ele citou o caso do jornal “O Estado de S.Paulo”, proibido pela Justiça, há dois anos, de ter acesso a documentos de investigação sobre o empresário Fernando Sarney.

“Existe a censura prévia imposta por algumas autoridades da Justiça. [O caso de] ‘O Estado de S. Paulo’ representa, sem dúvida, uma mancha negra na imprensa da democracia”, afirmou o diretor da entidade.

Prêmio
No evento, a ANJ entregou o prêmio Liberdade de Imprensa ao jornal argentino “Clarín”, pelo esforço em busca de um “jornalismo independente”.

Para a presidente da ANJ, Judith Brito, a Argentina está passando por um processo “preocupante” de reversão da tradição democrática.

“Nossa premiação ao ‘Clarín’ simboliza essa nossa preocupação e essa nossa solidariedade à imprensa argentina, que vem sofrendo essa pressão”, afirmou a presidente da entidade.

A premiação foi criada com o objetivo de homenagear pessoas, jornais ou instituições que tenham se destacado na promoção ou defesa da liberdade de imprensa.

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Jornalistas pedem regras para o direito de resposta

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e a Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert) entraram com ação no Supremo Tribunal Federal para questionar a ausência de regulamentação para o direito de resposta nos meios de comunicação.

Na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão, as autoras afirmam que, com a revogação da Lei de Imprensa pelo próprio Supremo, a regulação do direito ficou gravemente prejudicada.

As entidades ressaltam que o direito fundamental de resposta, previsto no artigo 5º, inciso V, da Constituição Federal de 1988, continua a ser reconhecido no ordenamento jurídico brasileiro. Porém, com a decisão da Corte na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 130, quando o Supremo entendeu que a Lei de Imprensa não foi recepcionada pela Constituição de 1988, “o que se assinala é que, na prática, deixou de existir um parâmetro legal para que os tribunais possam decidir-se, quando e como tal direito fundamental é efetivamente aplicado”.

Na ação, Fenaj e Fitert questionam ainda o fato de até hoje o legislador nacional não ter regulado o exercício do direito constitucional de resposta na internet. Quanto a este tópico, “é flagrante e injustificável a omissão do legislador em regulamentar o direito constitucional de resposta”.

Valores éticos
O artigo 221 da CF diz que a produção e a programação de TV e rádio devem atender a princípios que respeitem valores éticos e sociais da pessoa e da família, dando preferência a finalidades educativas, culturais artísticas e informativas.

E o artigo 220, parágrafo 3º, inciso II determina que lei federal deve estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no artigo 221, explicam as autoras. “Sucede, porém, que, passadas mais de duas décadas da entrada em vigor da Constituição Federal, nenhuma lei foi editada especificamente para regulamentar o disposto no artigo 221.”

Com esses argumentos, as entidades pedem que o STF “declare a omissão inconstitucional do Congresso Nacional em legislar sobre as matérias constantes dos artigos 5°, inciso V; 220, parágrafo 3º, inciso II; 220, parágrafo 5°; 211; 222, parágrafo 3º, todos da Constituição Federal, dando ciência dessa decisão àquele órgão do Poder Legislativo, a fim de que seja providenciada, em regime de urgência, a devida legislação sobre o assunto”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

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Comissão restabelece exigência do diploma de jornalista

Alan Batista

Uma proposta aprovada hoje por uma Comissão Especial da Câmara dos Deputados retoma a obrigatoriedade do diploma universitário para o exercício da profissão de jornalista. O texto ainda precisa da aprovação do plenário da Casa, para depois ser enviado ao Senado.

Ao contrário do que julgou o Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado, a proposta votada pelos deputados diz que a exigência de diploma não viola os princípios da liberdade de pensamento e de informação jornalística. A aprovação do texto é uma reação ao julgamento do STF, que desregulamentou a profissão.

Em 2009, os ministros do STF julgaram, por 9 votos a 1, ser inconstitucional a exigência do diploma e registro profissional no Ministério do Trabalho para o exercício da profissão de jornalista. A exigência do diploma estava expressa em um decreto-lei que entrou em vigor durante a ditadura militar (972, de 1969). O texto votado pela Câmara coloca na Constituição a necessidade do diploma para o exercício da profissão.

“A exigência de graduação em jornalismo e de registro do respectivo diploma nos órgãos competentes para o exercício da atividade profissional, em atendimento ao disposto no inciso XIII do art. 5º, não constitui restrição às liberdades de pensamento e de informação jornalística de que trata este artigo”, determina a proposta de emenda à Constituição.
O inciso XIII do art. 5º a que faz referência a proposta diz que “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”.

O relator do processo no STF, ministro Gilmar Mendes, afirmou, após o julgamento do ano passado, que qualquer tentativa de retomar a obrigatoriedade do diploma de jornalista seria inconstitucional. O atual presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, disse naquele julgamento que o exercício da profissão de jornalista dispensa o diploma, pois não haveria “nenhum conjunto de verdades científicas cujo conhecimento seja indispensável para o exercício da profissão”.

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