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Programação da TV Câmara já chega a 9 horas por dia

O jornalista Maurício Baccarin apresenta o noticioso

O jornalista Maurício Baccarin apresenta o noticioso

Fonte:  Imprensa Jacareí

O telejornal da TV Câmara Jacareí – ‘Notícias de Jacareí’ – passou por reformulações em seu conteúdo, formato e visual. Desde o dia 06 de maio, o jornal está com novo cenário, mais amplo e adequado à transmissão “widescreen”, e consolidou dois quadros fixos em suas edições.

Além do “Giro de Notícias”, em que diariamente são divulgadas as atividades parlamentares, o telejornal agora possui os quadros: “Esporte NJ” e “Agenda Cultural”. O Esporte NJ vai ao ar todas as segundas-feiras com os resultados e resumos esportivos da semana e a Agenda Cultural apresenta os eventos culturais de Jacareí todas as sextas-feiras.

O ‘Notícias de Jacareí’ é transmitido de segunda à sexta, às 13h, com reprise às 15h, 17h, 20h e 22h.

Contraplano – A TV Câmara Jacareí, canal digital 61.4 UHF, 27 da Net, estreou em março o programa ‘Contraplano’. O espaço é dedicado à exibição de documentários, curtas e longas metragens, clipes e produtos audiovisuais produzidos na região.

Para assistir os programas basta sintonizar o canal 61.4 UHF digital, na TV aberta, ou o canal 27 da NET. A programação também pode ser acompanhada ao vivo pelo site http://www.camarajacarei.sp.gov.br.

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A mais importante eleição dos últimos tempos

Mais do que uma disputa presidencial, a eleição americana de 2012 se apresenta como um jogo de xadrez onde os adversários têm como desafio estabelecer o destino pragmático das ideologias praticadas até o momento, e como fim, alavancar a economia do “país da liberdade” frente ao cenário de crise global e abismo econômico.

O Partido Republicano que já teve como característica o conservadorismo, pratica o Laissez-Faire, símbolo da incontestável liberdade que proporciona ao povo. Liberdade? Entende-se incontestável nos parâmetros do final do século XX, já que o capítulo dos subprime com a desenfreada liberação de crédito demonstrou claramente o perigo do liberalismo, que pode ser melhor definido como uma libertinagem econômica.

E como sempre, a bolha, ou melhor, a bomba estourou na mão da população que, através do governo, teve que arcar, com dinheiro público, os altos custos das especulações geridas por bancos privados. É o velho círculo vicioso: os pobres ajudando os ricos a não prejudicá-los ainda mais.

Definitivamente caminhamos para a queda do poder estatal.

O desafio do republicano, Mitt Romney, é a manutenção dessa liberdade econômica equiparada à geração de emprego e renda… um contra-senso, talvez.

Por outro lado, vemos em Obama a solidificação, ainda que lenta, da base econômica através da fixação de impostos proporcionais aos rendimentos de cada um, ou seja, quem é mais rico, paga mais imposto. Parece óbvio do ponto de vista proporcional, mas a questão torna-se complexa se verificadas as garantias individuais e o princípio da igualdade, expressa na famosa frase: “todos são iguais perante a lei”.

Com a “queda” do princípio da igualdade (óbvio dentro do sistema capitalista), ou melhor dizendo, com a explicitação dessa utopia capitalista-igualitária, vê-se cerceada, pelo menos em parte, o princípio da liberdade, a base do “sonho americano”. Isso porque quem ganha mais, é taxado mais. E quem é taxado mais, rende menos e desacelera (ainda mais) a economia.

É como se o próprio presidente americano falasse ao seu povo: “Não somos tão livres assim”.

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Qual a sua ideologia política?

A Revista Veja, com a ajuda do sociólogo Alberto Almeida, preparou um teste chamado “Politicômetro” que pode auxiliar na análise da sua ideologia política.

Nesse teste é possível verificar a sua posição no quadrante esquerda-direita e liberal-antiliberal. Faça o teste agora mesmo clicando aqui e nos conte se você foi surpreendido com o resultado.

Segundo os jornalistas Gabriel Castro e Laryssa Borges, treze políticos foram convidados a responder as questões do “Politicômetro” e alguns obtiveram resultados curiosos.

O senador Valdir Raupp, presidente do PMDB, foi marcado como liberal de centro-direita no exame. E não gostou: “Eu queria ter ficado mais para a esquerda”, disse. O peemedebista pediu para refazer a avaliação, orientado por um assessor. Dessa vez, saiu-se como centro-esquerdista e ficou satisfeito.

Preocupado com o resultado do próprio teste, outro parlamentar pediu sigilo para fazer uma proposta: só aceitou participar da avaliação sob a condição de que, se fosse taxado como de direita, o resultado não seria publicado. No fim das contas, não precisava temer. Ele é dos centro-esquerdistas.

Há, também, incongruências que mostram a falta de identidade ideológica que atinge as legendas. O deputado Sílvio Costa (PTB-PE), um dos protagonistas da CPI do Cachoeira, embora pertença ao Partido Trabalhista Brasileiro, tem ideias surpreendentes: é a favor, por exemplo, de que benefícios como o 13º salário e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) sejam retirados da lei e negociados caso a caso. Ele acredita também que deve haver cobrança de mensalidades em universidades públicas. Apesar disso, não se vê como um liberal de direita. “Defendo o estado mínimo, mas sou de centro-esquerda”, diz.

Outro caso curioso é o do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foi marcado como um representante da esquerda antiliberal. O deputado é a favor, por exemplo, da aplicação de métodos violentos na tentativa de obter confissões de criminosos. Economicamente, entretanto, está mais perto do PT do que do DEM. “Acho mesmo que o estado tem que gerir a economia”, explica. “Mas costumo me identificar como conservador”.

Para o cientista político David Fleischer, a frouxidão ideológica dos partidos subsiste, em parte, porque o eleitor também não demonstra interesse pela macropolítica. “Alguns partidos políticos tenuamente tentam se filiar a uma ideologia, mas com tantas legendas, essas ideologias não ficam muito evidentes”, diz. “Para a maioria, estar em um partido ou outro não tem a ver com ideologia. E o eleitor também não liga muito para isso na hora do voto”.

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Peixoto fez contrato ‘de boca’ com Acert

Fonte: O Vale

A empresa Acert Serviços Administrativos, pivô do pedido de cassação do prefeito Roberto Peixoto (PMDB) prestou serviços ao governo de Taubaté por três meses em 2009 sem qualquer contrato formal. A atuação fantasma ocorreu entre junho e setembro de 2009, período em que o contrato vigente expirou e foi prorrogado informalmente ao custo mensal de R$ 278 mil.
A Acert era responsável pelo gerenciamento e distribuição de remédios à rede pública. O contrato com a prefeitura foi firmado em dezembro de 2008, sem licitação, por seis meses, por R$ 1,6 milhão. O tempo seria necessário para que a prefeitura elaborasse a licitação do serviço.
Para o Ministério Público, que investigou o caso, o governo fez, propositalmente, um edital falho, com o objetivo de que a licitação fosse impugnada para que o contrato com a Acert pudesse ser prorrogado, o que acabou ocorrendo.
A prefeitura e a Acert negam a irregularidade.

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As Polêmicas do Prefeito de Taubaté

Roberto Peixoto tem sido alvo de críticas e protestos em Taubaté.

O prefeito é acusado de supostas compras superfaturadas, pela falta de coleta de lixo, falta de estrutura no Pronto-Socorro, alto índice de violência no município, entre outros.

No dia 7 maio um grupo protestou na praça Dom Epaminondas, Taubaté. A mobilização foi agendada a partir da rede social na internet ‘Taubaté de Peixoto’, criado pela ONG Transparência Taubaté, que fez o levantamento das compras e apontou superfaturamento.

Confira abaixo as principais reivindicações:

Ovos de ouro
A prefeitura comprou da Alexandre Carolino uma dúzia de ovos por R$ 78, uma caixa de bombons por R$ 200, uma caixa de chá por R$ 75 e biscoitos por R$ 195, de acordo com dados oficiais. O governo e a empresa afirmam que houve erro de digitação nos dados

Lixo
A falta de coleta é alvo de reclamações. As razões seriam: escassez de funcionários, corte de pagamento de horas extras e sucateamento da frota. A prometida terceirização vai ficar para 2012, devido a falta de orçamento em 2011.

Saúde
Taubaté vive novamente este ano uma epidemia de dengue, com mais de 2.000 casos confirmados da doença. Falta de infraestrutura no Pronto-socorro e atraso no AME (Ambulatório Médico de Especialidades) também são criticados.

Bom, agora é só esperar pra ver no que vai dar!!!

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Deputado abre mão de verbas parlamentares: “Era excessivo”

Marcela Rocha

Chamado de “demagogo” por alguns colegas, o deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF) resolveu abrir mão dos benefícios e ajudas de custo parlamentar que, para ele, “são desperdício de dinheiro público”. Ainda no começo de fevereiro, ele encaminhou seis ofícios para a Diretoria da Câmara pedindo – em caráter irrevogável – os seguintes itens:

– suspensão do 14º e 15º salários que teria direito a receber;

– redução da verba de gabinete em 20% – passando de R$ 60 mil para R$ 48 mil;

– redução – de 25 para nove – do número de assessores a que teria direito;

– diminuir em mais de 80% a cota interna do gabinete. Dos R$ 23.030 a que teria direito por mês, reduziu para apenas R$ 4.600;

– acabar com o seu auxílio moradia, por, segundo descrito no ofício, entender que deputados eleitos pelo Distrito Federal não necessitem do benefício;

– acabar com a cota de passagens, também por ter sido eleito pelo DF.

A assessoria do parlamentar calculou que ele vai economizar aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões nos quatro anos de mandato. “Defendo a tese de que um mandato pode ser de qualidade, custando bem menos para o contribuinte do que custa hoje. É o que pratiquei enquanto deputado distrital e agora enquanto federal”, afirmou Reguffe a Terra Magazine.

Se os outros 512 deputados fizessem o mesmo, a economia aos cofres públicos seria superior a R$ 1,2 bilhão, ainda segundo cálculos feitos pela equipe do parlamentar. “Consigo fazer todo o meu trabalho e cumprir a minha obrigação para com a sociedade”, afirmou, para depois destacar que com o que recebe consegue manter “assessores de qualidade” em seu gabinete.

– Eu consigo trabalhar bem com essa equipe, consigo ter um mandato bom, que me dê um suporte técnico. No meu gabinete tenho um assessor jurídico, legislativo, de imprensa, chefe de gabinete… – relata.

Para Reguffe, “o montante era excessivo, porque um deputado precisa ter assessores, mas não 25, que acaba parecendo uma estatização de cabos eleitorais”. Questionado se seus colegas de partido pretendiam seguir o mesmo caminho, o parlamentar preferiu não entrar nessa polêmica e se limitou a falar de suas iniciativas.

Apresentados os seis ofícios, alterando o orçamento de seu próprio gabinete, o deputado encaminhou à Mesa Diretora dois projetos que acabariam com o 14º e 15º salários, reduziria a verba de gabinete e o número de assessores de 25 para nove.

“Tudo o que eu proponho tenho que fazer antes no meu gabinete”, diz Reguffe, que rejeita a acusação de demagogia: “Alguns colegas acham que isso é demagogia. Seria demagogia se eu pregasse isso e não fizesse dentro do meu próprio gabinete”. E, irônico, completa: “Bom seria se fossem todos ‘demagogos'”.

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O Ministério da Saúde Informa:

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