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¡Los quiero mucho!

Reencontro

No último dia 25 voltava do trabalho refletindo sobre a nova situação que vivo: a de pai solteiro. Refletia também sobre os Quatro Fantasmas de Martha Medeiros – o da finitude, da liberdade, da gratuidade da vida e o da solidão. Confesso que este último, bem mais, afligia a minha mente durante aquela caminhada.

Saber que um dia nós vamos morrer é algo um pouco “distante”, uma vez que nos preocupamos com a nossa finitude somente quando estamos muito doentes ou em idade bastante avançada. Mas, os outros três fantasmas precisam ser bem trabalhados em cada um de nós, para que possamos saber viver bem.

Para o filósofo Jean-Paul Sartre, o homem é livre e responsável por tudo que está à sua volta. Somos inteiramente responsáveis por nosso passado, nosso presente, nosso futuro e de suas consequências, ou seja, “o homem está condenado a ser livre”. Isso está ligado à gratuidade da vida. E é essa gratuidade que nos joga toda a responsabilidade de darmos sentido à vida que temos e, como já disse, estamos condenados a decidir o que faremos dela e qual sentido ela terá.

Enquanto toda essa filosofia pairava sobre a minha mente eis que me surpreendo com uma agradável surpresa… um reencontro. A mãe de uma grande amiga minha, de infância, que não via a mais de 20 anos estava sentada, bem ali na frente da minha casa, aguardando o meu retorno do trabalho. Que agradável surpresa a vida me trazia! Ou melhor, que incrível “coincidência” a Sra. Liliana decidir aparecer em um momento tão desejado pelo meu “eu”. Será que eu fui responsável por aquele presente? Não, na verdade eu fui surpreendido por aquela cena e a sua personagem. Seria então a Sra. Liliana responsável pelo meu presente? Certamente que sim!

Bom, onde fica então a minha responsabilidade? (selá)

Deixando um pouco Sartre de lado, confesso que me alegrei e muito com aquela presença, e, enquanto abraçava aquela senhora, flashes do meu passado vinham à minha mente…. ao mesmo tempo que me alegrava, me emocionava. Naquele terno e singelo momento de felicidade em que minha segunda mãe me abraçava com tanto carinho e amor, nenhum dos quatro fantasmas me assombrava mais.

Talvez seja esse o segredo da vida! Por mais que a morte, o livre arbítrio, a vida “sem sentido” e a solidão possam, em algum momento, querer nos perturbar, o amor é capaz de superar a tudo e a todos.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Até mesmo os 20 anos que nos afastavam.

Mis queridos, ¡los quiero mucho!

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Enquete sobre o homem processado por não engravidar a mulher do vizinho

Demetrius Soupolos e sua mulher, Traute, queriam ter uma criança, mas descobriram que Soupolos não podia ter filhos.  Por isso, resolveram contratar Maus, o vizinho, por 2 mil euros (cerca de R$ 6 mil) na esperança de que o homem casado e com dois filhos pudesse engravidar Traute.

Passados seis meses, com uma média de tentativas de três vezes por semana, Traute não engravidou. Soupolos insistiu para que Maus passasse por exames médicos. E qual não foi a surpresa de todos quando saiu o resultado dos testes: o vizinho também era estéril. Por isso, a mulher de Maus foi obrigada a admitir que as duas crianças não eram dele.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro

Agora, refletindo sobre essa belíssima história pergunto a você, caro leitor, qual seria a pior situação? Vamos às alternativas?

1. Ir à justiça cobrar um cara que pegou sua mulher por seis meses. (3 vezes por semana)

2. Contratar um cara para pegar sua mulher por seis meses.

3. Não conseguir cumprir com o seu trabalho, que foi exigido em contrato (verbal, talvez) e recebendo adiantado.

4. Descobrir que você é estéril enquanto tenta engravidar a mulher do vizinho, e ainda, recebendo pra isso.

5. Descobrir que os dois filhos que você tem não são seus. (Tá Maus, heim!)

6. “Cornear” o vizinho e descobrir que já foi corno, no mínimo duas vezes.

7. Admitir que “corneou” o marido depois que este “trabalhou” com a vizinha por seis meses e não finalizou o serviço.

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